O Império Romano é famoso por ter construído uma vasta teia de estradas que ligavam seus pontos mais longínquos a Roma. Estas estradas eram, por um lado, as artérias por onde fluíam bens de todos os países que compunham o Império, criando vastas riquezas; por outro, permitiam o deslocamento de tropas para onde seus legionários fossem necessários. Criou-se, então, a frase conhecida até os dias de hoje: “Todos os caminhos levam a Roma”.
Todo homem, seja de qualquer cultura ou civilização, tem dentro de si uma voz que diz: Deus existe. Resulta que cada cultura, cada povo, busca a Deus por um método chamado “religião”. O fato que esta busca seja mais ou menos sincera, mais ou menos elaborada filosoficamente, mais ou menos rica em conceitos, não importa. Todos os esforços do homem para buscar, e conhecer, a Deus fracassaram, fracassam e fracassarão. O homem não consegue chegar até Deus. Para conhecê-Lo, é necessário que Ele se revele a nós.
Jesus afirmou ser o caminho que nos leva até Deus. Disse mais: que Ele é o único caminho. Mais, ainda: que Ele não estava ensinando um caminho, mas que Ele próprio era o caminho. Ao longo dos séculos temos ouvido sobre seus ensinamentos, sua ética, seu modelo de vida para a humanidade. Tudo isto é importante, válido e verdadeiro, mas não nos levam até Deus.
O que nos conduz à presença de Deus é o fato que, pela sua morte e ressurreição, o próprio Deus Filho reconciliou o homem com Deus. Esta reconciliação não se deu por qualquer esforço ou ato do homem; foi inteiramente produzida por Deus. Deus fez tudo; o homem, nada. É por isto que o cristianismo não é uma religião, embora taxada como tal. Ser cristão é reconhecer tudo que Deus fez por nós, numa postura de humildade e agradecimento.
O homem não precisa de um GPS para encontra o caminho para Deus. Existe um só caminho, e Seu nome é Jesus.
Thomas Hahn